Não há Planeta B

A palavra de ordem “Não há Planeta B”, tem vindo a ser usada por grupos ecologistas como alerta para os perigos ambientais com que nos defrontamos. É bem-intencionada, mas tem um erro. O risco não é para o planeta que mesmo com todas as tropelias que nós humanos fazemos, vai continuar, o risco é para a nossa espécie e a nossa civilização. 

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A Greve de Dezembro

Num país que é dos que menos greves faz na Europa, o anúncio de uma greve geral colocou o assunto na ordem do dia. Falou-se muito sobre o que é uma greve, para que serve, quem pode fazê-la, se foi um sucesso ou um fracasso, mas pouco sobre greves de outros tempos.

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Estado, impostos, orçamento…tentar perceber alguma coisa

Estamos em plena discussão do Orçamento Geral do Estado para 2026. Com um nome tão pomposo, o que faz é, essencialmente decidir os impostos a cobrar e como se aplica esse dinheiro. É simples e é complicado, porque o que se cobra e como se gasta determinam muito na nossa vida.

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História Batalha

Apesar do termo “História Batalha” ser utilizado por vezes de forma depreciativa por historiadores que, como eu, se dedicam mais a mudanças e permanências na sociedade, valerá a pena, neste mês de julho, lembrar algumas travadas em Almada. Muitas foram-no em momentos decisivos da História de Portugal.

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Eduardo Gageiro, um rapaz de Sacavém.

Há poucos dias foi o Salgado, agora o Gageiro, dizemos adeus a grandes fotógrafos e grandes homens. O rapaz de Sacavém, quando a localidade perto de Lisboa era um centro industrial, foi um fotógrafo da vida, um fotógrafo de pessoas, das mais simples e sem status a todas as figuras importantes da política ou das artes. É a vida de Portugal, dos anos 50 aos dias de hoje, que passou pelas objetivas de Eduardo Gageiro.

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A seguir a abril vem maio

Ultimamente tem sido frequente um discurso que vê nos anos de democracia uma destruição de Portugal, seriam 50 anos de corrupção a destruir o lindo jardim à beira-mar plantado por Salazar, mas será mesmo assim? Vamos ver, em especial usando os números, numa tentativa de distanciamento brechtiano.

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