Transborda arranca no Dia Mundial da Dança
Na sua 6ª edição, a Transborda estende-se a Lisboa pela primeira vez
A 6ª edição da Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada, a Transborda, realiza-se entre 29 de Abril a 23 de Maio. Espectáculos, laboratórios e performances ocuparão teatros e ruas de Almada e Lisboa, passando pelo Teatro Municipal Joaquim Benite (TMJB), Fórum Municipal Romeu Correia, Largo do Farol de Cacilhas, Casa da Dança, Teatro do Bairro Alto (TBA) e pela Fundação Calouste Gulbenkian (FCG).
“O convívio e colaboração acolhem a pluralidade da experiência humana, reunindo artistas que experimentam a potência da imaginação partilhada e expandem a vitalidade dos corpos através de entrelaçamentos de vida.”, explica a organização.
No Dia Mundial da Dança, a 29 de Abril, a 6ª Transborda oferece, no Forum Municipal Romeu Correia, duas oficinas gratuitas: “Dança Contemporânea 55+” (das 15h às 17h), com Rafael Alvarez; e “Composição em Tempo Real”, com Cláudia Dias (das 17h às 19h30).
Na Sala Estúdio do CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian, a 20 de Abril, a coreógrafa franco-argelina Dalila Belaza traz “Orage”, um espectáculo que entrelaça movimento, ritmo e energia para revelar uma paisagem em constante metamorfose.
Na Sala Principal do TMJB, a mostra apresenta dois espectáculos de intensa fisicalidade que através do gesto, acentuam relações e posicionamentos sociais: “Parterre” (2 de Maio), a nova criação do coreógrafo francês Volmir Cordeiro, e “Maneras de Salir”, da coreógrafa chilena Varinia Canto Vila (9 de Maio).
No Fórum Municipal Romeu Correia, “Amina” (8 de Maio), da coreógrafa portuguesa Cláudia Dias, propõe uma cidade imaginária situada num território concreto, a margem sul da Área Metropolitana de Lisboa.
A 16 de Maio, a Casa da Dança será o ponto de partida para um cortejo urbano. “Caravenserá” é uma criação do coreógrafo Gustavo Ciríaco com 30 performers locais, e assume a forma de um carnaval poético e sensorial.
Da programação destaca-se também a presença de coreógrafas brasileiras de diferentes gerações, cujos trabalhos exploram a potência da imaginação partilhada e activam a vitalidade dos corpos através de pulsações e entrelaçamentos de vida. Em colaboração com o Teatro do Bairro Alto, é apresentado, em Lisboa, “3 contra 2: Psico Trópicos”, de Marcela Levi e Lucía Russo (a 22 e 23 de Maio), e, na Casa da Dança, a 16 de Maio, o espectáculo “Chama Chama Chama”, de Josefa Pereira.
Como complemento da programação, Marcela Levi, Lucía Russo, Varinia Canto Vila e Gustavo Ciríaco partilham as suas investigações em forma de laboratório.
A Transborda volta a criar um contexto singular para as artes performativas, aproximando públicos, artistas e, pela primeira vez, as duas margens do Tejo.
Consulte o programa completo aqui.
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