A Farsa de Inês de Medeiros
No episódio anterior da nossa longa e atribulada novela municipal, Almada ficou a saber que a sua Câmara já não é propriamente uma autarquia – é uma corte de província em que não faltam a baronesa, muitos pajens, alguns escudeiros nervosos mas obedientes, e uma velha CDU que, depois de décadas a distribuir lições de superioridade moral, descobriu finalmente o aconchego erótico de ser a bengala do poder.
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