No Verão de 1983 a Costa da Caparica conquista a primeira praia de surf: a do CDS

O surf era mal visto. Os poucos que se atreviam a entrar no mar com uma prancha eram vigiados ao longe, através de binóculos. Para os cabos do mar (vigilantes da praia) aquilo era uma provocação. O surf não constava nas leis, mas a regra era clara: como os barcos ou o windsurf, só a mais de 300 metros da costa.

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A paradoxal decadência da Costa da Caparica: desafios e oportunidades (parte 2)

O fracasso no desenvolvimento da Costa da Caparica é justificado pela falta de uma perspetiva de longo prazo para promover o turismo e pelas ações ineficazes tomadas até agora pelo Estado e pela autarquia. Porque é que as boas intenções, nomeadamente o Programa Polis, falharam? O que podemos aprender com a experiência estrangeira? E como podemos traçar um plano de ação permanente para aproveitar as oportunidades à vista e dar um novo brilho à cidade?

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