A Primavera no teatro
Pelo menos, no calendário deste mês a Paz prevalece para os poetas, leitores de poesia e os fazedores de teatro, com o seu público.
Ler maisPelo menos, no calendário deste mês a Paz prevalece para os poetas, leitores de poesia e os fazedores de teatro, com o seu público.
Ler maisAssim se forma público desde a infância, testando a sua imaginação, em diálogo com os variados intérpretes nacionais e internacionais de espectáculos de teatro, marionetas, manipulação de objectos, música, circo contemporâneo, teatro de rua, dança, performances, exposições e oficinas. Enfim, a arte em geral, a inclusão social, o mundo!
Ler maisTodos nós precisamos da arte e da cultura, mesmo aqueles que acham que não.
Ler maisFalo de dois espectáculos que vi nos últimos dias da 29ª Mostra de Teatro, por isso os trago para o mês de Dezembro, que ora começa.
Ler maisAgora que conheço o espectáculo posso adiantar que, em rigor, não há um texto mas uma partitura, e prosseguindo-a, a actriz atinge uma notável contenção na narrativa.
Ler maisA negritude do estado do Mundo mantém-se, talvez o Riso nos consiga estilhaçar trevas…
Ler maisEm Julho, nesta entrada do mês, não posso deixar de dedicar-me ao Festival de Teatro, escrevendo sobre o maior e até mais internacional acontecimento em Almada. Além da excelente programação de 4 a 18 de Julho, destaco a alegria de saber que Lia Gama é a figura homenageada no 42º Festival.
Ler maisEdward Munch dizia: Não pinto aquilo que vejo, mas sim aquilo que vi. É importante recordar…
Ler maisA peça, estreada a 24 de Abril de 2024, tem a autoria, texto e encenação, de Patrícia Portela, numa produção do Teatro Nacional D. María II e Aveiro Capital Nacional da Cultura 24
Ler maisNo momento em que escrevo, lembro-me da confissão de uma leitora compulsiva, que, aliás, veio a fazer desse gosto a sua vida profissional, como editora de livros, a poeta e letrista Maria do Rosário Pedreira. Para ela, que sempre leu muito desde menina, lia indiscriminadamente livros, ditos “regulares”, a grande viragem para a grande Literatura deu-se com o fascínio da escrita de Marguerite Duras, quando leu “Uma barragem contra o Pacífico”, em estilo único; bem como os temas abordados da condição humana, da violência das relações, do feminismo, do racismo, da exploração sob a forma de corrupção.
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