O atraso económico português
O código do trabalho rejeitado, mais do que garantir a modernização da economia, destinava-se a mudar a relação de forças entre trabalho e capital, mantendo este mesmo modelo económico.
Ler maisO código do trabalho rejeitado, mais do que garantir a modernização da economia, destinava-se a mudar a relação de forças entre trabalho e capital, mantendo este mesmo modelo económico.
Ler maisSabemos que Portugal viveu 48 anos em ditadura, sabemos também que foi a mais longa da Europa (precedeu Hitler e sobreviveu-lhe quase 30 anos). Comemoramos, como e quando acabou, porém, sabemos menos de como e quando começou.
Ler maisA combinação entre mecanismos repressivos e mecanismos ideológicos de domínio da sociedade não é um exclusivo do fascismo português, todos os regimes e sistemas políticos funcionam assim. O consentimento é tão, ou mais importante, que a repressão.
Ler maisA palavra de ordem “Não há Planeta B”, tem vindo a ser usada por grupos ecologistas como alerta para os perigos ambientais com que nos defrontamos. É bem-intencionada, mas tem um erro. O risco não é para o planeta que mesmo com todas as tropelias que nós humanos fazemos, vai continuar, o risco é para a nossa espécie e a nossa civilização.
Ler maisNum país que é dos que menos greves faz na Europa, o anúncio de uma greve geral colocou o assunto na ordem do dia. Falou-se muito sobre o que é uma greve, para que serve, quem pode fazê-la, se foi um sucesso ou um fracasso, mas pouco sobre greves de outros tempos.
Ler maisUma personagem, cuja presença é frequente na televisão, declarou que eram precisos três Salazares para “endireitar isto”. Tal como não vejo o preço certo ou certos programas da manhã e da tarde, não vi a entrevista, é um nível de entretenimento demasiado básico.
Ler maisEstamos em plena discussão do Orçamento Geral do Estado para 2026. Com um nome tão pomposo, o que faz é, essencialmente decidir os impostos a cobrar e como se aplica esse dinheiro. É simples e é complicado, porque o que se cobra e como se gasta determinam muito na nossa vida.
Ler maisApesar do termo “História Batalha” ser utilizado por vezes de forma depreciativa por historiadores que, como eu, se dedicam mais a mudanças e permanências na sociedade, valerá a pena, neste mês de julho, lembrar algumas travadas em Almada. Muitas foram-no em momentos decisivos da História de Portugal.
Ler maisHá poucos dias foi o Salgado, agora o Gageiro, dizemos adeus a grandes fotógrafos e grandes homens. O rapaz de Sacavém, quando a localidade perto de Lisboa era um centro industrial, foi um fotógrafo da vida, um fotógrafo de pessoas, das mais simples e sem status a todas as figuras importantes da política ou das artes. É a vida de Portugal, dos anos 50 aos dias de hoje, que passou pelas objetivas de Eduardo Gageiro.
Ler maisApesar da sua influência, até por ter a base de trabalho em Paris, ser a fotografia francesa, é com o W. Eugene Smith que encontro as maiores semelhanças. As suas imagens tendem a ser intemporais, como as da “Spanish Village” que o fotógrafo americano publicou em 1950.
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