Não permitiremos que nos desliguem a consciência!
Estas linhas que agora escrevo, resultam da obrigação prazerosa de escrever crónicas para o Almada Online, a pensar em todos vós que muito considero, e que me lêem, no que resulta de olhar para tanta coisa, no que vejo todos os dias, embora a cada dia veja coisas diferentes nas mesmas coisas.
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