O Partido Socialista de 2014 – 2023 renegou a ética republicana para que contribuíram alguns dos socialistas mais proeminentes do nosso País, entre os quais destacaria Jaime Gama ou António Arnaut, e que, há dez anos, era protagonizada por duas individualidades de moral inatacável – António José Seguro e Maria de Belém Roseira. Ao invés, António Costa veio aproximar-se da personificação do “Homem Sem Qualidades” do austríaco Robert Musil – este romance, inacabado, conta a estória de um homem que se torna tão indiferente à moral e à ética que acaba por perder qualquer filosofia ou linha de rumo, limitando-se a observar o que se passa ao seu redor sem realmente o viver. Esta parece ser a sina de António Costa.
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