O perigoso caminho para o socialismo de António Costa

O Partido Socialista de 2014 – 2023 renegou a ética republicana para que contribuíram alguns dos socialistas mais proeminentes do nosso País, entre os quais destacaria Jaime Gama ou António Arnaut, e que, há dez anos, era protagonizada por duas individualidades de moral inatacável – António José Seguro e Maria de Belém Roseira. Ao invés, António Costa veio aproximar-se da personificação do “Homem Sem Qualidades” do austríaco Robert Musil – este romance, inacabado, conta a estória de um homem que se torna tão indiferente à moral e à ética que acaba por perder qualquer filosofia ou linha de rumo, limitando-se a observar o que se passa ao seu redor sem realmente o viver. Esta parece ser a sina de António Costa.

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Nos 47 anos da Constituição, exigir o seu cumprimento pleno

Este oitavo processo de revisão constitucional só acontece porque o Partido Socialista, com a sua maioria absoluta na Assembleia da República, entendeu estender a mão à direita e à extrema-direita parlamentar, viabilizando o início deste novo processo de revisão.

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A crise da Habitação pode ser a nossa grande crise e a mãe de todas as outras

Uma estratégia integrada para a habitação colocará Portugal perante uma oportunidade para fazer desta uma estratégia de crescimento económico que, ainda assim, terá de ser conduzida ao nível local. A construção de habitação afeta o desenvolvimento económico por via da criação de emprego, da poupança, do investimento, e do aumento da produtividade.

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Habitação digna e adequada – Um desígnio democrático não cumprido em Portugal e em Almada

Qualquer cidadão, mesmo os bem-intencionados, não poderá deixar de ler nas entrelinhas desta crítica do Primeiro-ministro uma muito mal disfarçada confissão: ao longo destes quarenta anos, em que teve a oportunidade, mas quis desperdiçá-la, o PS nunca assumiu, nem como prioridade nem como preocupação central das suas políticas, o respeito integral pelo artigo 65º da CRP.

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A incompetência e a imoralidade na gestão do Município de Almada

É hoje claro que a Câmara Municipal de Almada (assim como a maioria das nossas freguesias) é governada por uma maioria tendencialmente socialista, homogénea nas práticas (entre as quais se destaca a garantia do emprego público-partidário), e, sobretudo, na visão para um concelho cada vez mais sem futuro – um concelho que poderá querer ser “de muitos”, mas que nunca será “de todos”. Aliás, não têm faltado provas de que a mensagem política firmada pelo slogan da Presidente e dos seus ajudantes – “território de muitos” – tem mesmo de ser levada à letra.

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O Caminho para a Igualdade Constrói-se com Homens e Mulheres

A força, o empenho e perseverança de muitas mulheres e homens que acreditaram na importância da defesa da Igualdade e Não Discriminação, permitiram a consolidação do nosso sistema democrático, alicerçado nos direitos humanos, nos direitos fundamentais e nos valores de justiça social. 

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Em Almada como no País PS capitula perante o aumento do custo de vida

No último ano, a pretexto da guerra na Ucrânia, e aproveitando os “restos” dos efeitos da epidemia dos anos anteriores, foi imposto aos portugueses e portuguesas um aumento brutal do custo de vida, que assume duas facetas principais: um colossal aumento de preços – a maior subida de preços das últimas três décadas –, e uma não menos colossal quebra do valor dos salários reais.

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Não, a senhora presidente não se livrou da herança colonial portuguesa

O processo de descolonização não está concluído enquanto não descolonizarmos as mentes de quem continua a achar que existem cidadãos de primeira e de segunda. O racismo é um problema estrutural no nosso país, está impregnado no sistema em que vivemos e do qual fazemos parte.

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