Almada aprova orçamento para 2025 de 182,3 milhões de euros
Este ano não é o maior de sempre. Surpresa na abstenção do PSD.
Ler maisEste ano não é o maior de sempre. Surpresa na abstenção do PSD.
Ler maisDeveria existir uma preocupação séria com as pessoas, com todas as pessoas, e um olhar cuidado em relação aos que têm a capacidade de deslocação reduzida, mas isso não acontece. As obras que se vêem no terreno têm como primeiro objetivo facilitar a vida ao automóvel, que em muitos casos tem um condutor que privilegia o acelerador e a buzina.
Ler maisVeja-se o caso da Nora que se encontra nas traseiras do Palácio da Viúva Gomes. É uma peça com história que se encontra ao abandono e a servir como depósito de lixo, até quando não se sabe, fica-se com a ideia que será para sempre, o que é lamentável.
Ler maisAndar pelas ruas do concelho é triste, e ficamos envergonhados se temos alguém convidado que vem de fora, que quase espontaneamente refere que “isto está muito sujo” ou “nunca vi isto assim”.
Ler maisOs insultos começavam cedo. “Bin Laden”, “Osama”, “homem-bomba”, “terrorista”; eram algumas das adjetivações que me eram dirigidas, dia após dia, pelos meus colegas de escola.
Ler maisSubitamente, fez-se presente a crua realidade de quem mora em Almada. Onde estão as ciclovias? Onde estão os parques para bicicletas? E se quiser ir do Laranjeiro para a Costa da Caparica, como faço? Estas questões ecoaram. Como é que uma bicicleta, que deveria emular a liberdade que vivi na infância, esbarra contra as barreiras e obstáculos de uma cidade que tarda em abraçar uma cultura ciclável?
Ler maisLembro-me quando o governo do agora demissionário António Costa nos prometeu 12 mil camas em residências universitárias entre 2019 e 2022 – hoje, sabemos que nenhuma foi entregue. Enquanto isso, nos últimos cinco anos foram contruídos mais 300 hotéis.
Ler maisAlmada padece de um “problema muito grave”, com as pessoas que aqui vivem a “não conseguirem aceder a partes do concelho sem recorrer a automóvel privado”
Ler maisExiste, por um lado, uma Almada que é conspicuamente vendida a turistas e investidores estrangeiros (...) Por outro lado, existe uma Almada que – para salvação dos propagandistas da Almada cool – não aparece em revistas ou cartões-postais:
Ler maisAté hoje acho que ninguém disse melhor que o Chullage: “embora para muita gente este lado não conte, este lado é a fonte”. A Margem Sul é sistemicamente um dos territórios mais esquecidos de Portugal. Pouco mudou e é o movimento hip hop que preserva as memórias das pessoas da periferia.
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